Espectáculo

Grande anúncio este da Samsung para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 a realizar em Vancouver.

A capa

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Mensagem

Quero agradecer publicamente a todos os meus amigos e conhecidos pelas mensagens de apoio e solidariedade bem como a todos aqueles que, de uma maneira ou de outra, me manifestaram o seu pesar pela escolha do novo treinador do Sporting. O meu muito obrigado e um bem-haja...

(F)Manias...

Ontem veio à memória um blog que três marmanjos decidiram criar, só porque sim.

O espectacular FManias com muitas histórias de saves no Football Manager.

Agora que já se joga o FM 2010, pode ser que apareça, de novo, vontade para relatar a difícil vida de um treinador de futebol.

E sim, ele há malucos para tudo...

I'd Rather Dance With You

A noite era aguardada há muito, os bilhetes haviam repousado o suficiente no envelope branco na escrivaninha. A coisa não era para menos, afinal a sorte havia sido descomunal. Conseguir dois bilhetes para a 2ª plateia quando se pensava que já só havia balcão e plateia em pé foi coisa para estar quase ao nível de Euromilhões. Totoloto se calhar. Raspadinha que seja...
À introdução do escanzelado Erlend Oye, que revelou ter jantado por 4€, seguiu-se a música da jovem Javiera Mena, from Chile, vivaça mas sem entusiasmar. Foi o aperitivo antes do copo de água.
O novo álbum dos Kings of Convenience, Declaration of Dependence, abriu as hostilidades, com três músicas de empreitada antes de se voltar atrás com "Love Is No Big Truth" e "I Don't Know what I Can Save You From".
Revisitados os temas que colocaram os Kings of Convenience com coroa legítima, entre os quais "Homesick", "Know How", "Misread" e uma das da noite, "I'd Rather Dance With You", tempo ainda para o encore e, ao mesmo tempo, surpresa da noite. Eirik Glambek, o que tem menos ar de geek, a cantar o "Corcovado", de Tom Jobim.
Por esta altura, já Oye se tinha infiltrado pelo meio da multidão e Eirik convidado duas dezenas de pessoas a cantar e dançar em pleno palco.
Os dois jovens reis da conveniência podem ter aquele ar de totós mas são um prato em palco, chalaceiros até dizer chega mas com tempo para ar sério, como a aversão de Oye a fotografias.
Nota negativa para algumas pessoas. Não é preciso bater palmas a cada som e, mais importante, muito antes da música acabar. Os "Uóó!" e os "Yeaah!" também são desnecessários. Vamos lá ver essa situação, pessoal.
Primeira vez que vi, ao vivo, os Kings of Convenience. Grande concerto numa grande grande noite. Venham mais.

Dia 4...

O vibe

Confesso que só há pouco tempo comecei a prestar mais atenção aos LCD Soundsystem. Agora, estou viciadíssimo e os dois álbuns não saem do mp3. Não saem os dois e não há-de sair o tão aguardado terceiro disco que será lançado, ao que parece, lá para Março do ano que vem.

Consta-se então que, do sucessor de Sound of Silver, não irá figurar o single "Bye Bye Bayou" o que é pena, porque é a chamada grande malha.

P.S.- Palavra de apreço ao blog "Xukebox" que deu a conhecer este e outros beats bem fixolas.

Não me obriguem a vir para a rua gritar!

Oito anos

Lembrado e bem pelo camarada Tiago, em pleno relvado do palco das emoções chamado Myindoor. A conjugação de acontecimentos à volta do número 8. Fez ontem oito anos que "a malta" entrou na Universidade Autónoma de Lisboa para o começo de mais uma vida.

Este que vos escreve chegou atrasado e entrou na aula que viríamos a saber, e de maneira pouco ortodoxa, ser uma aula-fantasma. Claro, Pedrinho, como podia não ser a aula-fantasma. Amocha aí nas praxes, com a testa pintada e a cantar a plenos pulmões. Caloirada!

Importa então fazer a vénia devida à data, que já não é nova. Muito se passou desde o 8/10/2001. Muitas situações e muitos mambos. Mas o mais importante é que os mesmos, aqueles do peito, continuam a estar juntos e a poder lembrar uns aos outros aquilo que vivemos para trás.

E também ontem, no oito, a Estupidologia comemorou o primeiro aniversário do momento alto do humor português. A subida de quatro marmanjos (um deles numa caixa de cartão) ao palco do São Luiz. Que noite! E como pagava para a voltar a viver, principalmente o final, onde saímos orgulhosos do que conseguimos e com a sensação do dever cumprido.

E o mais giro de tudo é que parece que foi ontem...

"Aaaaaahh, palavras que rimem! Pipino, ananás, ba-ta-ta doce..."