Phone...oi?

Ora bem, a pergunta que se impõe neste momento é: Sandes de fiambre com ou sem manteiga? Esperem, não era esta, phone-ix mais para isto...

Pensará o amigo visitante: "Mas o gajo 'tá bêbado?" Sim, estou. Mas não é isso que importa. O que importa saber é quem foi o génio que teve a ideia de colocar o nome phone-ix ao novo operador de telemóveis dos CTT.

É que phone-ix é bastante parecido com fónix. Sim, agora temos imunidade total para lançar esta palavra no metro, no local de trabalho, numa saída com os amigos. Sempre que gritarmos fónix e alguém reclamar podemos sempre dizer que estamos a falar da operadora de telemóveis Phone-ix...

Situação parva - Uma mulher pede-te o número de telemóvel mas pergunta primeiro qual a tua operadora:

Ela: "Então tens TMN, Vodafone, Optimus...?"
Tu: "Phone-ix!
Ela: "Desculpa?"
Tu: Phone-ix!
Ela: "Se não queres dar, não dês"
Tu: "Phooooone-iiixx"
Ela: Rôto da m****!

É sempre desagradável

Tropical Heat

No outro dia descobri, com a preciosa ajuda do pessoal do trabalho, o nome de uma série que costumava ver na minha infância. Lembrou-me as férias de verão, sentado na sala, com os estores corridos para ficar mais fresco. O pão com Tuli Creme na mão e o comando na outra. A série chama-se (ou chamava-se) Tropical Heat e lembro-me que o protagonista tinha um jeep azul. Fantástico!

E graças ao Youtube, aí está a intro da série:



Sinto sempre uma nostalgia e saudade desses belos tempos. Estará esta pérola editada em dvd?

Palma, és grande!

Foi um concerto q.b. o de Jorge Palma ontem. Mas valeu a pena ir. Vale sempre a pena ver o bicho em palco. Acompanhado pelos Demitidos e por alguns convidados, entre os quais o próprio filho, Jorge Palma foi igual a si próprio. Vagueou entre a guitarra e o piano, entre as músicas do novo álbum e as mais antigas. Faltaram algumas como o "Jeremias, o Fora da Lei" ou a "Ao Meu Encontro na Estrada". Mas o público rejubilou com as que apareceram. Desde a "Frágil" até ao "Bairro do Amor" passando pela "Portugal, Portugal" bem acompanhada pelo filho Vicente. E a mais recente "Encosta-te a mim" soube bem ao ouvido e à alma...

Fiquei satisfeito com o concerto. Alguns dirão que foi um semi-fracasso. Eu não acho! Foi o que estava à espera. E para mim Palma, continuas a ser grande!

Autoridade para o Bom Estacionamento Público já!!

Ainda não é desta que encerro a conversa rodoviária. Novo tópico: estacionamento!

Um carro a ocupar dois lugares? Não, meus amigos. Assim não... Sou totalmente contra o tipo de estacionamento em espinha quando não há marcações no pavimento. Estacionar em espinha é desperdício de espaço que, bem aproveitado, ainda pode servir para mais um ou dois carros. Eu sei do que estou a falar porque onde moro não há respeito nenhum e ninguém faz nada sobre este assunto. Atenção que eu não sou o melhor condutor do mundo mas para haver dever cívico não é preciso conduzir bem.

Se fosse eu que mandasse e criava uma ABEP - Autoridade para o Bom Estacionamento Público:

Guarda do estacionamento: Boa tarde!(batendo a devida continência)
Condutor: Boa tarde, xô guarda (com ar apressado e a fechar a porta)

Guarda do estacionamento: Pois, o meu amigo tem aqui uma bela máquina. Mas olhe que isto não pode ser estacionado assim...
Condutor: Ah, mas é que eu 'tou com pressa. Tenho de ir buscar a minha mais nova ao ballet.

Guarda do estacionamento: Pois, mas não o posso deixar ir sem estacionar o seu veículo de maneira adequada ao correcto posicionamento dos outros automobilistas.
Condutor: Ah mas tem que ser agora. Não pode fechar os olhos desta vez. É a última prometo!

Guarda do estacionamento: Isso é o que dizem todos! O meu amigo estacionou porque os outros condutores estacionaram bem. Vá, vamo´ lá embora antes que eu o autue e o obrigue a ir à esquadra.
Condutor: Mas eu não sei estacionar melhor que isto.

Guarda do estacionamento: Ok, amigo arrume as suas coisas e ala à minha frente para a esquadra. A andar já...


Ah, tão giro que seria...

Ruminações rodoviárias

Se há coisa que não entra cá no cérebro é a malta que conduz da mesma forma com piso molhado e com piso seco. É que é uma coisa impressionante! Uma pessoa anda na estrada, cheia de água, a manter a distância de segurança para o carro da frente, a alternar entre mudanças na caixa de velocidade e, de repente, lá passam os "maiores" pela faixa da esquerda, cheios de pressa. "Eu sou o maior, isso só acontece aos outros...". Depois pimba!, encarcerado dentro do carro. A polícia devia meter os olhinhos nesta malta em vez de estar parada em cima das raias... Era multas e multas para cima dessa seita toda.

E por falar em raias, aqueles habilidosos que se metem na fila no acesso da CRIL para a 2ª Circular? É que irritam tanto, mas tanto... No dia em que um deles se espetar no separador acho que paro o carro a aplaudir. E quero lá saber que o gajo tenha uma pata virada ao contrário. Pensasse nisso antes de se armar em mais esperto que os outros....

Eu vou lá estar!

Terça-feira, às 22h00, lá estarei a ouvir o mestre...



Jorge Palma - Estrela do Mar

Nostalgia

Pobre homem... Castanhas era só o que tu querias...

O mais grave é que ninguém dá um tiro neste cabrão...

José Castelo Branco vai fazer um lifting ao cão

Assim também não!

Ministério da Justiça adquire viaturas de luxo

Em época de contenção orçamental, e com a administração pública sujeita a restrições na aquisição de viaturas novas, por indicação do Decreto de Execução Orçamental para 2007, o ministro da Justiça acaba de comprar cinco automóveis topo de gama. O negócio, sem incluir o imposto automóvel (IA), de que as instituições públicas estão isentas, rondou um valor global de quase 176 mil euros (35 mil contos) e foi por ajuste directo, sem recurso a concurso público, e sem autorização do Ministério das Finanças. Poderá estar em causa a violação da lei.

O gabinete de imprensa de Alberto Costa, em esclarecimentos ao DN, confirmou a compra, mas garante que "o processo decorreu no estrito cumprimento do enquadramento legal". As Finanças, por seu lado, confirmaram as restrições às aquisições, mas até ao fecho da edição não se pronunciaram sobre o pedido de autorização.

Esta aquisição, executada pelo Instituto de Gestão Financeira e de Infra-Estruturas da Justiça (IGFIEJ) e autorizada por despacho do secretário de Estado adjunto do ministro da Justiça, Conde Rodrigues, está a provocar, segundo apurou o DN, algum mal-estar nos meandros judiciários, nomeadamente nos tribunais, uma vez que são constantes as queixas da falta de dinheiro para a compra dos materiais mais básicos. Por outro lado, os magistrados do Ministério Público recorrem normalmente à Polícia Judiciária para conseguirem uma viatura quando necessitam de realizar uma diligência.

Neste panorama de carência, um dos contemplados com um novo carro de alta cilindrada foi o presidente do IGFIEJ, com um Audi Limousine 2.0TDI, de 140 cavalos. Esta viatura, sem o IA, custou ao Estado 38 615,46 euros, com 2831 euros de equipamento opcional, nomeadamente caixa de 6 CD, computador de bordo a cores, sistema de navegação plus, sistema de ajuda ao parqueamento, alarme e pintura metalizada. Antes, João Manuel Pisco de Castro tinha ao seu dispor um outro Audi A6, com motorista de serviço, e um Peugeot 404, que conduzia pessoalmente. Estas viaturas tinham sido adquiridas em 2003. Mas também quatro Volkswagen Passat Limousine 2.0TDI - 34 257,40 cada -, foram para o Ministério: um para o gabinete de Alberto Costa, outro para o secretário de Estado João Tiago Silveira, outro para Conde Rodrigues, e o último para a secretaria geral.

O Ministério da Justiça, conforme foi explicado ao DN, recorre geralmente, para o seu serviço e inclusivamente para uso do ministro, a viaturas aprendidas, a maior parte oriunda do tráfico da droga. São, em geral, bons carros. Esta prática terá sido abandonada em época de contenção financeira.

in "DN Online"

Vamos defender a arte de assobiar em casa de banho pública!

Meus amigos, há uma arte que se está a perder no nosso tão querido Portugal. Já não bastava haver um cada vez menor número de bigodes em treinadores de futebol como, agora, se está a perder o hábito de ir a uma casa de banho pública e assobiar para o ar.

Sim, não há nada que pague estar a escrever o nome no urinol e a assobiar. Da mesma maneira que se termina o serviço e se assobia novamente quando estamos a lavar as mãos.

Lanço aqui um apelo a todos quantos lêem este blog, que são cerca de dois, para que não deixem morrer este hábito.

É toda uma expressão cultural do povo português que jamais se pode perder. Obrigado pela atenção.

Coisas que fazem pensar

Estive quatro dias a viajar de avião e autocarro. Quando regresso a casa, vejo notícias de uma queda de um avião em São Paulo e do acidente de autocarro que ocorreu na A23.

Há coisas que nos fazem pensar e ter algum respeito...