É a primeira grande conclusão que se tem quando se chega à cidade. A ASAE chamava-lhe um figo. Antes de mais nada, as ruas são badalhocas e escuras mas isso ainda é o menos. O melhor (ou pior) é ver os empregados dos restaurantes a fumar atrás do balcão. E os gatos que se passeiam dentro dos pubs? Pois é...
No centro da cidade existe uma espécie de mercado onde se pode almoçar. A ideia é ir às compras e comprar o que se quer comer, seja pizza, grelhados, saladas, etc.
Acontece que está tudo à vista do cliente e sujeito a todo o tipo de ar e contaminação. Que sacrilégio! Ordem para encerrar tudo!
Carrinhos de venda de cachorros quentes? O negócio que safa centenas de turistas não tinha hipótese nenhuma frente aos implacáveis inspectores.
Eis que chegamos ao Red Light District. Se entrasse um único senhor da ASAE no Bairro Vermelho haveria necessidade de proceder ao fecho de todas as montras de carne que estão à vista para consumo. "De condições de higiene como estamos? Livro de reclamações há?"
As sex shops estão intimamente ligadas ao bairro vermelho. "A borracha desse artigo de dupla saída com o objectivo de satisfação feminino está de acordo com as normas e directizes impostas pela UE? Vamos lá a ver isso..."
Uma coisa que a ASAE podia (e devia) fechar: Toda e qualquer pessoa que usasse cabelo com rastas! Tais espécimes parecem não levar água há bastante tempo.
A cidade de Amesterdão cá em Lisboa não se aguentava nem um minuto...
20 anos que ficam
Há 3 meses



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