Foi já dentro do Coliseu que descobrimos que iria haver primeira parte no concerto de Tindersticks. Tal honra coube a um jovem cujo nome pouca gente percebeu mas que até serviu para descontrair antes do 'big moment' da noite.Com a espera veio a expectativa, enorme, de saber em que forma estariam Stuart Staples e seus pares. Quis o alinhamento que os Tinder começassem com o novo disco Hungry Saw, respeitando os acordes de sempre à primeira música tanto da noite como do novo disco. Intro serviu para interiorizar, para que quem lá estivesse soubesse como iria ser a noite.
Pela segunda música, Yesterdays Tomorrows e uma das preferidas deste vosso compincha, percebeu-se que a banda ia respeitar o próprio alinhamento de Hungry Saw. Afinal de contas, o concerto era de apresentação do álbum.
Mas o público queria mais. E Stuart também. Aos primeiros toques de Dying Slowly percebeu-se que aquela já era uma noite que tinha valido a pena. Entre outras incursões pelos 'good old days' da banda britânica, os aplausos do público fizeram com que os Tindersticks voltassem mais do que uma vez ao palco, na última das quais, para uma das melhores inspirações da banda. Tiny Tears fechou com chave de ouro o regresso à capital.
Deixo aqui, para já, a crítica do IOL, de onde foi abusivamente retirado tanto o título com a foto deste post.



2 comentários:
Qualquer altura é boa p ouvir Tindersticks...
Um concerto que me ensopou por dentro. Arrepios e um prazer enorme. Divino. Beijinhos
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