Este post não tem título porque, sinceramente, não sei o que hei-de lá pôr. Antonio Puerta, 22 anos, jogador de futebol profissional do Sevilha, caíu inanimado no relvado, foi socorrido e saíu do jogo consciente e pelo próprio pé. Já no balneário voltou a perder os sentidos e foi levado para o hospital. Faleceu esta tarde, após sucessivas paragens cardio-respiratórias.

António Puerta era casado, ia ser pai dentro de dois meses e tinha, quase de certeza, um futuro brilhante no mundo do futebol.

E agora pergunto, com que lata podemos nós queixarmo-nos das nossas vidas perante um caso como este?

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